quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

A Reforma

Sim! Iremos fazer um reforma, finalmente! Iremos personalizar o blog, para deixá-lo, visualmente, mais elegante.
Deletaremos postagens as quais não ficaram tão boas e (talvez) diminuíremos aquelas que ficaram muito grandes.

A Reforma irá ter a ajuda de Gabriel Medeiros (os blogs dele estão ao lado) e pretendemos voltar a postar normalmente daqui a uma semana.

Thiago & Caio
Post do Thiago, aeee. Depois de décadas tendo que aguentar (sem trema!) o tranco sozinho, o desaparecido emerge das cinzas. Bem, voltando ao estido psicodélico de frases curtas...

Ontem, o mais belo crepúsculo. A maior parte do céu (já to enjoando dessa palavra) lisa. Azul. Mas o "pseudo-pôr-do-sol" (assim definido por Rayza) ainda não pode ser apreciado devidamente, justamente porque se trata de um pseudo. Nimbus atrapalham. Se enfiam na frente. Mas só lá. Olho para o leste: nenhuma nuvem. Estão indo embora. Fogem. Bom sinal.

Hoje: praia. O primeiro dia de sol na cidade desde que nela me encontro. Belo dia, por sinal. Praia lotada. Aposto que metade é de Minas. A outra metade é de Vitória. O carioca e a...... a "de viçosa" são resto. Vou.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Vegetariano

Após 8 posts seguidos do Caio e uma melhora no meu dedo (já posso digitar com as duas mãos), volto a fazer mais uma de minhas humildes postagens.

Dessa vez serei bem direto. Estava eu no orkut, "fuxicando" as pessoas pra variar, quando vejo uma garota com um album chamado "NO EXCUSE, FOR ANIMAL ABUSE". Obviamente, era sobre o porque não devemos comer carne, etc... Comentei numa foto dizendo: "Se nossos ancestrais não tivessem comido carne, estaríamos até hoje na Idade da Pedra". Achei isso meio ofensivo e, para minha conciência não pesar depois, quando a garota me xingasse, escrevi: "(nada contra os vegetarianos)"

No dia seguinte, estava eu prestes a sair, quando fui ver o que ela devia ter respondido. Tinham 5 comentários da garota, sendo 2 deles maiores que alguns posts desse blog. Resumidamente, foi isso que ela falo:
  • Que eu sou um Ignorante
  • Que eu sou Egoísta
  • Que deveriam utilizar o espaço que é utilizado para a criação de gado, para a plantação...
  • ... e se fizessem isso, não haveria fome no mundo
  • Que se dessémos uma "maca"( descobri depois que era "maçã") e um coelho para uma criança, ela não iria comer o coelho e brincar com a "maca", faria o contrário...
  • Que não temos dentes afiados para comer carne...
  • ...e não salivamos quando vemos uma vaca, por exemplo
  • E para eu ver um vídeo chamado "Meet Your Meat" (Pra quem quiser ver é esse aqui abaixo)


Quando cheguei em casa (coincidentemente, encontrei com ela no meio do shopping, mas nem falei nada), fui direto ver o vídeo... Simplesmente é um vídeo onde mostra pessoas cruéis batendo em bois, vacas, galinhas e porcos. Até assisti o vídeo comendo um hamburguer (o qual estava delicioso).

Agora, vamos a minha opnião sobre isso (o que a garota disse).

Concordo com ela sobre o fato de que usamos áreas de criação de bois/vacas/etc mal e que poderiamos utilizar parte delas não só para o cultivo de vegetais, como, também, para um reflorestamento. Além de aproveitarmos melhor o espaço, estaríamos ajudando o planeta.

Sobre os "dentes afiados"... Simplesmente, nós nos adaptamos. Matamos nossas "presas" com armas, por exemplo, e cortamos a carne com faca. Usamos o dente, basicamente, para mastigar.

Não irei levar a discussão com ela a sério, pois cada tem sua opnião. Também pelo fato de que ela é cabeça dura.

Talvez até mostre o blog pra ela. Ou não.

Thiago

domingo, 28 de dezembro de 2008

Sonho

Sonhei que Thiago postara. Não me recordo das palavras, mas não eram muitas. Questão de 4 linhas. Ele reclamava. Reclamava de quê?

Das minhas frases curtas? Talvez. Tenho sido um bom adepto delas. Tão simpáticas.
Dos meus recentes posts psicodélicos? Talvez. Ando muito psicodélico. Talvez tenha ouvido muito Pink Floyd. Pior que não. Talvez devesse ouvir mais, então.

Reclamava de mim. Isso eu lembro. Era sobre mim.

Da minha obcessão pelo crepúsculo? Talvez. Tenho sido um bom apreciador. Culpa das andorinhas. E dos bem-te-vis.
DW.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Eu

Fraca retrospectiva. Esperava mais. Mas quem se importa?

Orkut. Orkut. Orkut. Relógio. 18:40. Chego na varanda, nenhuma andorinha no céu. Perdi. Não. Ainda pude aproveitar por mais alguns minutos.

Chuva. Forte.

Bolo de chocolate. Bolo de chocolate. Bolo de chocolate.

DW. Simpsons.

Sim, sou maluco.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O crepúsculo

Não, não o filme. Crepúsculo de verdade. Excelente. Sentado, da varanda observo as incontáveis andorinhas que perambulam pelo céu, aparentemente sem rumo. Piam como ratos. Sim, ratos. Monossilabicamente. Alguns poucos cantos trenados se destacam dentre os ordinários. Volta e meia, bem-te-vis protagonizam a cena, em cima de prédios, pára-raios e antenas parabólicas. Ai, o crepúsculo. A suposta beleza do céu é inibida pela quantidade de nuvens, predominantemente nimbus. Sim, chove. Chove pouco, mas chove. Nada que atrapalhe as andorinhas e bem-te-vis e pássaros insanos que periodicamente cortam o céu com seu pio frenético. Confesso que não reconheço. Mas todos têm seu momento frenético. Bem-te-vis, berram um louco trenado, instantes antes de pousar. Conversam como amigos à toa, à beira de um prédio em construção. Canto trissilábico inconfundível. Todos quase idênticos. Conversa chata. Vou embora.

domingo, 21 de dezembro de 2008

O eterno está cada vez mais curto

O eterno está cada vez mais curto, e o sempre cada vez mais breve. Tendendo ao instante. Quando? Em breve. Nunca. Dá no mesmo. Nunca não é sempre? Tanto faz, mas também está breve. Tendendo ao sempre. Que tende ao agora. Logo o nunca tende a agora. Então agora é nunca, que é sempre. Quando? Sempre. Ou nunca. Tanto faz. Tudo é agora. Agora ou nunca? Famosa afirmação. É agora ou nunca. Mal sabem que é o mesmo. Quando? Nunca. Digo, em breve. Algum dia. Breve. Ou nem tanto. Talvez infinitamente distante. Nunca? Talvez infinitamente breve. Agora? Então esculhambe-se o infinito. Quem precisa dele? Sempre se sabe. Digo, nunca. Quem sabe um dia? Quem sabe nunca? Quem sabe sempre? Quem sabe agora? Tanto faz como tanto fezes.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A viagem

Servindo de consolo a meu amigo Thiago, faço questão de relembrar as agonizantes 4 semanas em que estive engessado. Tamanho foi o infortúnio, que justamente meu braço canhoto sofreu a fratura. O motivo prefiro não comentar, devido ao alto nível de ridicularidade. É uma pena que o caso do Thiago seja tão breve. Quem não acha que ele merecia sofrer mais??? (Muahahahaha)

Ignorando o meu ataque de malvadeza, prossigamos com o assunto útil do post. Peço desculpas antecipadamente, por qualquer dia em que eu não possa cumprir minha função de substitudo, pois como anunciado no título, me encontro longe de casa. Mais precisamente em Colatina, mas só por esta noite. Amanhã já estarei de volta a Guarapari, onde terei certamente mais oportunidade de postar (sem Izadora). Me desculpo também, pela possível redução no tamanho dos posts, visto que postagens diárias desgastam qualquer mente.

Para os que não sabem, Guarapari se situa na grande Vitória, para quem não sabe (tá mal, hein) capital do Espírito Santo. Não sei quanto tempo ao certo, mas creio que pouco mais de uma hora de carro de Vitória. Do Rio, exaustivas oito horas de ônibus. No meu caso, não tão exaustivas assim (dormi até Campos, comi, dormi até Anchieta). Afinal, dormira quatro e meia no dia anterior (de propósito, obviamente). Digamos que, a grosso modo, O programa em Guarapari é ir à praia. É claro que, como toda boa cidade, tem seus shoppingzinhos, mas as praias definitivamente se destacam, são tantas (Areia preta, Praia das Castanheiras, do Meio, dos Namorados, das Virtudes, do Morro, do Riacho [medo]).


O sono me impede de continuar. Por isso, até a próxima. Fui-me.


Ass: Caio Neves

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Braço Engessado

Caio, obrigado pelo conselho e irei tentar não me "empolgar" tanto para escrever essa postagem.
Também, hoje não tem motivo para me "empolgar", porque, como podem estar claramente deduzindo (ou não), eu estou com o braço "engessado".

Essa tragédia aconteceu ontem, dia 14/12/2008, durante uma partida de futebol que disputei de manhã. Como todos sabem, "craques" são perceguidos em campo e, casualmente, são contudidos durante as partidas. Esse não foi o meu caso. Eu recebi uma bola na área, dominei errado e quando fui tentar recuperar a bola com um "carrinho", machuquei o meu dedo do meio. Na hora, pensei que só houve uma luxação nele, até porque que não estava doendo muito. Tanto que eu até esperei para ver se jogava mais uma partida, o que não aconteceu.

Após o jogo (deveria ser por volta das 9:00), teve churrasco e campeonatinho de Winning Eleven (jogo de futebol para Video Game). Como pensei que não tinha sido nada sério, joguei e não perdi nenhuma partida (1 empate e 1 vitória).Saimos (eu e meu pai) mais cedo do churrasco, porque meu pai tinha que resolver uns negócios.

Por volta das 13:00, fomos ao BarraDor pra ver o que tinha acontecido com minha mão. Foi quando ouvi a terrível notícia que quebrei o osso. Na hora, fiquei empolgado, porque era a primeira vez que quebrara alguma parte de meu corpo. Mas não durou muito, pois o pessimismo das pessoas em minha volta me contagiou. Tive que, até, levar bronca da minha mãe, falando que eu iria perder minhas férias inteiras devido ao fato de eu ter dado um "carrinho" no futebol.

Realmente, não está sendo nada fácil esses dias de braço quebrado, pois demoro o dobro do tempo para escrever algo no computador, não posso fazer várias atividades as quais considero divertidas e tenho que ficar com o braço suado e nojento, devido ao gesso.

Mas até semana que vem, estarei usando outro objeto para deixar a minha mão parada(algo bem mais prático, principalmente, na hora de tomar banho, pois ele é removível).

Até lá, não postarei tanto quanto postava. Deixarei os posts por conta do Caio, que espero que cumpra seu dever como um dos escritores desse blog, mesmo viajando.

Despeço-me aqui.

Thiago

domingo, 14 de dezembro de 2008

Estrela cadente

SIM, eu vi uma estrela cadente! Sim, EU vi uma estrela cadente! Sim, eu VI uma estrela cadente! Sim, eu vi UMA ESTRELA CADENTE!!!

Antes de começar a contar essa empolgante história, gostaria de fazer algumas observações. Primariamente, gostaria de pedir ao meu amigo Thiago que..... digamos..... não se empolgasse tanto ao escrever seus textos, pois vamos combinar que são um pouco exagerados (referindo-me ao tamanho). Também gostaria de pedir desculpas aos 7 leitores fiéis (sim, incluindo Izadora), já que não tive tempo/paciência/oportunidade de postar nesses dias.

Agora, retomando o assundo inicialmente abordado, contarei-vos sobre essa façanha. Estava eu entediado em casa, pra variar, sem o laptop, quando resolvi dar uma olhada na paisagem, nas estrelas. Ótima hora para filosofar. Era o que fazia. Pensava justamente nesses objetos espaciais loucos, explicava coisas ao vento, escutava a incompreensível e intrigante discussão entre cães e grilos.... quando, no exato momento em que "pulsares" me passavam pela cabeça,.... fisssjuuuumm (ta, não fez esse barulho), um risco branco cortou o céu (pra falar a verdade, uma parte bem pequena dele). Ainda tive tempo de desviar o olhar imediatamente e acompanhar seus últimos milésimos de segundo. Algum tempo depois, estava eu paralizado com cara de tacho, ainda olhando para o mesmo ponto (afinal, nunca vira algo assim). Ainda cabe frisar que aquela noite dormi na rede olhando a lua (e que lua). Juro que pela primeira vez pude perceber o lendário "coelhinho" (São Jorge ainda está longe, quem sabe um dia).


E aqui finalizo a emocionante aventura por mim vivida na quarta-feira, dia..... pô, sei lá. A propósito, eu fiz sim um pedido (vai que dá certo, né). A propósito, eu fui pra cama depois (sem condições de dormir a noite inteira na rede). A propósito, "pulsares" são estrelas de nêutron que giram absurdamente rápido. A propósito, fui-me.


Ass: Caio Neves